Tive dias que me interessei em apenas saber o que era o prazer, e os dias que restaram eu fui atrás de saber se isso era bom. Tive livros dos quais me ensinaram que nem todas as posições são boas, o que é bom é o que sente durante. Tive também, letras que me disseram, se a mulher se arrepender por ter tranzado, que ela não tranze nunca mais. Vi sites que me falaram que o ponto que o homem tem mais prazer é perto do ânus, mas vi em rodapés, que nem todos os homens se permitem sentir o real prazer que vem dali.
Ouvi falar que um homem se sente pequeno se a mulher falar para ele não foi nada do que ela esperava. Vi em alguns boletos bancarios que a maior ofensa para uma mulher, é depois de tudo... Você dizer que ela está gorda!
Meu ventilador sussurrou que em todas as mulheres depois do orgasmo elas se enrrolam. Vi no pelo dos meus cachorros que toda mulher depois daquela seção de prazer e orgasmo ela precisa de outra seção: Uma de carinho e outra de conversa. Já o homem ele implora por duas: Tomar banho e dormir.
Entendi que 68% da humanidade tranzam pela vontade de ter o delirio que o climax leva, 30% por amor e os outros 2% são aqueles que tranzam pelo delirio, pelo amor, pelo desejo, e pela a vontade de estár perto daquela pessoa!
Gastei centavos para saber os palavrões que as mulheres odeiam ser chamadas fora da cama... E por uma coencidência, é são as palavras que elas mais amam escutar na cama! Troquei meu fio dental por essa informação: a maioria dos homens sempre pedem mais do que um simples sexo oral nas preliminares.
E isso eu aprendi quando eu nasci: Todo deslize, por mais pouco que seja... Se tornará grande depois de 9 meses!
terça-feira, 26 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Amor, uma cidade... Um país!
Mal tinha aberto as janelas, eu às fechei para o sol não entrar. Mal as portas se abriram quando você se foi, eu fechei para ninguém ter o direito de entrar. Você tinha acabado de sair por livre vontade quando eu vim e passei um lacre, para ninguém tentar abrir.
O tempo passou, e na calçada ninguém pisou. Mandei fechar o quarteirão, para esperar o dia de você voltar. O bairro todo se mobilizou para que você voltasse, e olhasse para mim com amor. Falei com o conselheiro tutelar para ele me ajudar com a fiscalização das ruas, quando você passasse eu fosse a primeira pessoa a saber.
O presidente do país do qual eu residia, um semi-analfabeto... Me deu palestras sobre economia no casamento, e ele nem formado em economia é, está no segundo casamento. O Vice-presidente, me ensinou a dar valor a vida, mesmo lutando contra meia dúzia de tumores malignos no corpo. A prefeitura me ajudou a abrir buracos em determinados locais do meu coração para que eu me conformasse com o nosso fim.
Mas os cidadãos não deixaram nada disso acontecer, eles fizeram o que o tempo não foi capaz de fazer... O Amor cresceu cada vez mais... A Saudade nem se fala, ela apenas ficou tentando te substituir por enquanto que você se retirou.
O Governador fez questão de cuidar da minha inteligência, fazendo eu tomar um rumo para o meu futuro empreendedor, me ajudou a fortalecer a minha parte mais frágil que tinha... Mas não conseguiu colocar outra pessoa no seu lugar.
Houve corruptos, dos quais quizeram por toda força, abrir à trancos e barrancos a minha casa... O meu lar... Ou melhor... O nosso lar! Mas não conseguiram. Os Deputados Estaduais cuidaram da minha mente, buscando sempre mantê-la equilibrada. Aconteceu uns deslizes, claro, mas nada como os Deputados Federais para tentarem disfarçar esses deslizes, veio os Senadores e limparam o que estava fazendo eu deslizar de vez.
Todos tentaram, mas os únicos que se mobilizaram para você voltar, foram os cidadãos! Aqueles de humildes, gente de bem, gente que apesar das crises e problemas esnobam um lindo e amarelo sorriso. Eles até hoje se unem, conversam, gritam, choram, pedem humildemente, esperneiam para você voltar. Sabendo eles, que isso não seria possível nunca, mas eles continuam assim, e por um bom tempo vai continuar...
Te amo.
***
Ao som de Somewhere Over The Rainbow...
O tempo passou, e na calçada ninguém pisou. Mandei fechar o quarteirão, para esperar o dia de você voltar. O bairro todo se mobilizou para que você voltasse, e olhasse para mim com amor. Falei com o conselheiro tutelar para ele me ajudar com a fiscalização das ruas, quando você passasse eu fosse a primeira pessoa a saber.
O presidente do país do qual eu residia, um semi-analfabeto... Me deu palestras sobre economia no casamento, e ele nem formado em economia é, está no segundo casamento. O Vice-presidente, me ensinou a dar valor a vida, mesmo lutando contra meia dúzia de tumores malignos no corpo. A prefeitura me ajudou a abrir buracos em determinados locais do meu coração para que eu me conformasse com o nosso fim.
Mas os cidadãos não deixaram nada disso acontecer, eles fizeram o que o tempo não foi capaz de fazer... O Amor cresceu cada vez mais... A Saudade nem se fala, ela apenas ficou tentando te substituir por enquanto que você se retirou.
O Governador fez questão de cuidar da minha inteligência, fazendo eu tomar um rumo para o meu futuro empreendedor, me ajudou a fortalecer a minha parte mais frágil que tinha... Mas não conseguiu colocar outra pessoa no seu lugar.
Houve corruptos, dos quais quizeram por toda força, abrir à trancos e barrancos a minha casa... O meu lar... Ou melhor... O nosso lar! Mas não conseguiram. Os Deputados Estaduais cuidaram da minha mente, buscando sempre mantê-la equilibrada. Aconteceu uns deslizes, claro, mas nada como os Deputados Federais para tentarem disfarçar esses deslizes, veio os Senadores e limparam o que estava fazendo eu deslizar de vez.
Todos tentaram, mas os únicos que se mobilizaram para você voltar, foram os cidadãos! Aqueles de humildes, gente de bem, gente que apesar das crises e problemas esnobam um lindo e amarelo sorriso. Eles até hoje se unem, conversam, gritam, choram, pedem humildemente, esperneiam para você voltar. Sabendo eles, que isso não seria possível nunca, mas eles continuam assim, e por um bom tempo vai continuar...
Te amo.
***
Ao som de Somewhere Over The Rainbow...
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Aqui são valores...
''Se um dia eu passei maquiagem em meu rosto, não fora por vaidade e nem pela ação precoce da idade. Me ensinaram que ela nos deixa mais bela, mas também me ensinaram que ela nos faz vulgar com o tempo. Aprendi que o short curto não faz o gosto do chefe, mas desperta o interesse sexual do patrão e nos ajuda a ser notada pela o tamanho extrinseco, e nunca pelo intrinseco. Li nos livros sem titulos da minha mente, que decotes valorizam os seios, mas colocam o valor de quem usa a ser duvidado. Escutei das moscas que me pertubam quando eu penso, que quem usa salto alto não usa por vaidade, mas sim, para sentir o poder de ter a altura que não recebeu dos genes ao nascer. Vi no convívio das donzelas que passeiam pelos corredores da inveja, que o que importa é a marca e o tamanho do tecido, mas nunca o conteúdo que ela tem e a honra que ela precisam ter para serem notadas cotidianamente. Reobservei na vaidade que a maquiagem não mostra o que eu sou, ela apenas ajuda a camuflar o tempo que perdi me importando com coisas pequenas que nunca iriam crescer, que a roupa não será meu ''curriculum'', mas sim o meu ''Cartão de Valor'' dizendo o meu passado e analizando o meu presente, que minha roupa por mais barata ou cara que seja falará pouco de minha responsabilidade e muito do meu caráter e da minha humildade. O saparto caro não me deu conforto para está na linhagem mais rica e mais pura, mas me deuu um calo no tornozelo ao perceber que eu queria nome de ''estribada'' e que minha indole estava sendo diminuida só por gastar superfulos e deixar para trás a fome de quem estava do meu lado. Eu fui retirada de onde estava, excluída de onde tinha nascido, mas eu nasci de novo quando eu conclui: Por apenas ver a moda diferente, não significa que sou diferente, mas sim dentro de um patamar diferenciado da normalidade! Prazer, eu me chamou H U M I L D A D E!''
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