quarta-feira, 20 de abril de 2011

Aqui são valores...

''Se um dia eu passei maquiagem em meu rosto, não fora por vaidade e nem pela ação precoce da idade. Me ensinaram que ela nos deixa mais bela, mas também me ensinaram que ela nos faz vulgar com o tempo. Aprendi que o short curto não faz o gosto do chefe, mas desperta o interesse sexual do patrão e nos ajuda a ser notada pela o tamanho extrinseco, e nunca pelo intrinseco. Li nos livros sem titulos da minha mente, que decotes valorizam os seios, mas colocam o valor de quem usa a ser duvidado. Escutei das moscas que me pertubam quando eu penso, que quem usa salto alto não usa por vaidade, mas sim, para sentir o poder de ter a altura que não recebeu dos genes ao nascer. Vi no convívio das donzelas que passeiam pelos corredores da inveja, que o que importa é a marca e o tamanho do tecido, mas nunca o conteúdo que ela tem e a honra que ela precisam ter para serem notadas cotidianamente. Reobservei na vaidade que a maquiagem não mostra o que eu sou, ela apenas ajuda a camuflar o tempo que perdi me importando com coisas pequenas que nunca iriam crescer, que a roupa não será meu ''curriculum'', mas sim o meu ''Cartão de Valor'' dizendo o meu passado e analizando o meu presente, que minha roupa por mais barata ou cara que seja falará pouco de minha responsabilidade e muito do meu caráter e da minha humildade. O saparto caro não me deu conforto para está na linhagem mais rica e mais pura, mas me deuu um calo no tornozelo ao perceber que eu queria nome de ''estribada'' e que minha indole estava sendo diminuida só por gastar superfulos e deixar para trás a fome de quem estava do meu lado. Eu fui retirada de onde estava, excluída de onde tinha nascido, mas eu nasci de novo quando eu conclui: Por apenas ver a moda diferente, não significa que sou diferente, mas sim dentro de um patamar diferenciado da normalidade! Prazer, eu me chamou H U M I L D A D E!''

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